Neurociência e Fenomenologia: Descrição e sistematização do funcionamento psíquico a partir da Psicopatologia baseada nos fundamentos da fenomenologia.

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Introduzione

L’interesse per le fenomeni e i modelli neurodinamici nasce dall’osservazione che i cervelli delle specie superiori sono sedi d’attività elettriche oscillatorie di natura e funzioni non ancora ben capite. Nel paradigma neurodinamico rientrano i comportamenti delle reti neuronali che si presentano all’osservazione microscopica come oscillazioni delle frequenze di scarica dei neuroni e come attività elettroencefalografica (EEG).

 

Questo paradigma non è in contrasto com gli assunti principali di quello connessionista, in particolare con la teoria del rinforzo sinaptico ipotizzata da Hebb mezzo secolo fa e confermata in tempi più recenti dalla scoperta del potenziamento a lungo termine (long-term potentiation).

 

Anzi, esso richiede un ampliamento delle ipotesi connessioniste, poiché si conoscono anche fenomeni di depotenziamento a lungo termine (long-term depression) e di rinforzo o indebolimento delle connessioni sinaptiche (short-term potentiation, depression ecc.) di varia durata temporale. Esso impone semmai il trasferimento dei concetti connessionisti ad un livello descrittivo più complesso, di cui manca tuttavia una completa comprensione. Secondo il paradigma neurodinamico il reclutamento di un ricordo da parte d’un messaggio evocatore dovrebbe spiegarsi non tanto come un processo inizializzato da un insieme di stimoli esterni e rapidamente convergente verso un attrattore stabile d’una rete nervosa multistabile, quanto piuttosto come un processo oscillatorio convergente verso un ciclo limite di una rete nervosa dotata di numerosi attrattori dinamici. Tuttavia, i fenomeni neurodinamici non riguardano solo il funzionamento della memoria, ma anche, ad esempio, l’integrazione e la selezione di pattern sensoriali mediante la sincronizzazione delle scariche neuronali, la formazione temporanea di reti di comunicazione temporanea tra le diverse parti del sistema nervoso centrale e probabilmente altri importanti processi non ancora scoperti. 

 

Discussão

O avanço da neurociência, a psiquiatria seria incluída na neurologia, e a psicanálise, classificada como um ramo das ciências humanas, ocupar-se-ia, por meio de seus postulados teóricos, em observar a dinâmica dos conflitos intrapsíquicos e sua relação com o mundo externo, além de intervir nesta. O ensino da psicopatologia deve se estender aos profissionais que atuam na área de saúde mental, possibilitando também uma linguagem comum entre os membros de uma equipe multidisciplinar.

 

O termo fenômeno, desde sua origem grega, tem um sentido ambíguo, oscilando entre a idéia de “aparecer com brilho” e a idéia de, simplesmente, “parecer”. A fenomenologia, termo criado no século XVIII pelo filósofo Lambert, designa o estudo puramente descritivo do fenômeno tal qual se apresenta nessa experiência, denominando-a de “teoria da aparência”.

 

Hegel emprega o termo em sua fenomenologia do espírito para designar aquilo que denomina de “ciência da experiência da consciência”.
A fenomenologia, como corrente filosófica fundada por Husserl, visava estabelecer um método de fundamentação de ciência e de constituição da filosofia como ciência rigorosa. O projeto fenomenológico se define como uma “volta às coisas mesmas”, isto é, coisas que se atingem pelos fenômenos, que aparecem à consciência e que se dão como seu objeto intencional.

 

O conceito de intencionalidade ocupa, assim, um lugar fundamental na fenomenologia e na neurociência que estudamos hoje. Define a própria consciência como intencional e voltada ao mundo: “toda consciência é a Consciência de alguma coisa”, afirmou Husserl.

 

Então a fenomenologia é fundamentalmente um princípio metodológico, derivado das idéias de Husserl e definido por Jaspers como: “a fenomenologia tem a missão de nos apresentar intuitivamente os estados psíquicos, que realmente experimentam os enfermos, de considerá-los segundo as suas condições de afinidade, de delimitá-los e de distingui-los o mais exatamente possível e de aplicar-lhes termos precisos”. 
O método recomendado por Jaspers é pela via pura-mente introspectiva. Ao propor esse enfoque para as enfermidades mentais, demonstrou maior interesse para a compreensão das relações significativas do indivíduo mentalmente enfermo com o mundo do que com as causas.

 

Experiências “anormais”, informadas pelo paciente e observadas em seu comportamento, e a diferencia das psicopatologias explicativas, em que existem supostas explicações, de acordo com conceitos teóricos a partir de uma base psicodinâmica, comportamental ou
existencial e assim por diante é o interesse da neurociência como fundamento cientifico da relação mente-corpo. A base da medicina integrada.
Apresenta-se ai a neurofenomenologia. Uma comparação entre a abordagem das emoções feita por Antonio Damásio e Sartre que procura identificar em que sentido a neurofenomenologia pode tornar convergentes a neurociência e a fenomenologia. 
A fusão entre pesquisas em neurociência cognitiva e a teoria da equivalência de estímulos tal como é apresentada nas teorias de Sidman e Tailby, reforçando a idéia de uma continuidade entre ciência cognitiva e behaviorismo radical. 
A aproximação entre fenomenologia, cognição e neurociência foi incentivada pelos resultados obtidos por Luria (1981) e outros neurologistas em pacientes com desordens cerebrais. A evolução de trabalhos em neurociência incluiu avaliações através de estudos com funcional Magnetic Resonance Imaging (fMRI), Positron Emission Tomography (PET), e Magnetic Encephelography (MEG), viabilizando a representação das correlações entre atividade neural e experiência consciente.
É de comum acordo que o compartilhar de informações no campo fenomenológico e cientistas tem permitido um refinamento importante para a teorização em neurofenomenologia. A era da dicotomia está sendo superada pelo trabalho conjunto entre filósofos e cientistas. 

 

O neurocientista italiano Vittorio Gallese e o filósofo alemão Thomas Metzinger escreveram recentemente um artigo intitulado Motor ontology: The representational reality of goals, actions and selves (Gallese & Metzinger, 2003). Os autores, baseados em resultados neurocientíficos, mostraram como o sistema motor contribui e participa da experiência consciente, e da emergência da primeira pessoa. Para eles, “o sistema motor constrói objetivos, ações e selves intencionais enquanto constituintes básicos do mundo que interpretam”. Na mesma direção, Clément e Malerstein (2003) articularam a análise filosófica com a psicologia do desenvolvimento para explicar a ontogênese da consciência, oferecendo uma descrição empírica para o desenvolvimento da intencionalidade nos primeiros meses de vida. Intencionalidade refere-se ao direcionamento da consciência, como resume a frase tão popular entre nós: consciência é sempre consciência de alguma coisa.

 

Os avanços nas pesquisas sobre volição representados nos trabalhos do neurocientista cognitivo Jing Zhu, da Academia Chinesa de Ciências tem como inicio a argumentação em favor do resgate do conceito de volição, apoiando-se no célebre artigo de Hilgard (1980), intitulado A trilogia da mente: Cognição, afeição e conação
Volição é definida como um processo executivo mental que faz a intermediação e a ligação entre as deliberações, as decisões, e os movimentos corporais voluntários (Zhu, 2004a). A definição dá conta tanto do entendimento clássico – volição como processo iniciador da ação; quanto do entendimento contemporâneo – volição como controle executivo essencial da ação na implementação da intencionalidade. A ação é descrita como um movimento precedido pelo pensamento, em combinações apropriadas de crenças e desejos, intenções ou razões. Searle (2001) dividiu as relações entre pensamento e ação em três partes: razões para decisão; decisão para ação, e execução da ação. O problema, segundo o autor, são as falhas entre as partes: 
Tanto quanto informa nossa experiência consciente, as falhas ocorrem quando crenças, desejos e outras razões não são experienciadas como condições causais suficientes para a decisão (a formação a priori da intenção); quando a intenção a priori não coloca a condição causal suficiente para a ação; e quando a iniciação do projeto da intenção não coloca condições suficientes para a continuação ou finalização da ação.

 

 

Note-se que na perspectiva de primeira pessoa a falha pode ou não se apresentar como uma fonte de insatisfação experiencial (estar feliz ou infeliz com o que se fez), o mesmo ocorrendo com a perspectiva de terceira pessoa (estar feliz ou infeliz com o que o outro fez). A situação poderia ser amenizada se compartilhada na perspectiva de segunda pessoa (intersubjetividade), compartilhamento da falha: todos somos incapazes de atender as exigências dos nossos desejos. A breve digressão é apenas para mostrar o encontro entre a gnose (sujeito cognoscitivo) e o éthos (a perspectiva do grupo), ou as relações da psicologia como ciência básica (processos básicos, psicopatologia, cognição social) e como aplicação (psicoterapia, educação, comunidades, hospitais, ambiente, etc.). 
É possível perceber que existem pacientes com lesões cerebrais que são capazes de fazer julgamentos morais, mas se mostram incapazes de seguir regras morais. Por sua vez, Greenspan propôs critérios para a avaliação e responsabilização de comportamentos tidos como sociopatas, com base em análise de casos clínicos. Há diferenças entre sociopatias decorrentes de maltratos na primeira infância, e de deficiências congênitas como lesões cerebrais ou problemas neuroquímicos. Tais condições devem ser tratadas diferenciadamente do ponto de vista da responsabilidade ética e legal. 

 

 

De interesse, é ressaltar a importância da pesquisa psicológica para as discussões filosóficas contemporâneas com relação à ética (comportamento).
Penso que nem todas as ações voluntárias envolvem volições, mas volições não-conscientes são implausíveis:
Há estados mentais inconscientes ou processos envolvidos na produção e controle da ação do agente, das quais o agente não tem acesso consciente ou não está ciente, mesmo assim, é inapropriado do ponto de vista conceptual a aplicação do termo volições não-conscientes, pois diminuem e empobrecem o vocabulário filosófico e científico. (Zhu, 2004b, p. 317)

 

 

Estudos científicos da volição e do desejo, com base em achados das neurociências, evidenciam a correlação entre processos mentais e processos cerebrais. Funções e processos mentais superiores tais como consciência, atenção e controle motor voluntário distribuem-se e interagem com várias regiões cerebrais, sugerindo que os processos psicológicos são globais e integrados. 
A volição está associada ao córtex cingulado anterior (massa cinzenta localizada na margem medial do hemisfério cerebral). O córtex cingulado anterior participa dos processos de tomada de decisão, das emoções e da regulação dos batimentos cardíacos. É também responsável em tornar memórias novas em memórias permanentes. O córtex cingulado anterior contém um tipo de células nervosas (spindle neurons) só encontradas em grandes primatas e humanos (Gehring & Knight, 2000; Posner & Rothbart, 1998). Para Zhu (2004a, 2004b), as considerações funcionais, fenomenológicas, e neurobiológicas sugerem que a unificação do conceito de volição é viável e consistente.

 

 

A controvérsia mais proeminente é sobre a abordagem de primeira pessoa. Pergunta-se, então, a experiência consciente e a representação são conceitos ontológicos cientificamente justificados? Chalmers (1997) acha que sim, mas Dennett (1991) acha que não. Com Chalmers estão vários filósofos entre os quais Varella, Nagel, Searle, Fodor, Levine, Pinker, e Harnad. Com Dennett (1991) estão Quine, Rorty, Hofstadter, os Churchlands, Andy Clark, Lycan, Rosenthal, e Harman. Chegaremos a algum consenso ou continuaremos com as discussões por tempo indeterminado? Só o futuro dirá.

 

 

O diálogo com as primeiras relações entre psicologia e filosofia rompe com a ingenuidade do psicólogo, desenvolvendo o pensamento crítico para a análise das relações entre ontologia (o que é), epistemologia (como se justifica) e ética (para que serve), em uma dada teoria. Como resultado, fica-se atento para as relações intrínsecas entre os enunciados ontológicos e éticos – a conhecida ambigüidade entre fatos e valores, ou seja, a transformação de fatos em valores e de valores em fatos. É ainda uma maneira interessante de se iniciar no estudo das bases gerais da teorização em psicologia.

 

 

O diálogo com a filosofia da ciência traz um domínio importante de termos básicos que atravessam todas as nossas pesquisas e idéias: empirismo, racionalismo, idealismo, ambientalismo, nativismo, solipsismo, objetividade, subjetividade, funcionalismo, compreensivismo, e naturalismo. 

 

 

Contudo, a contribuição mais marcante é o desenvolvimento da capacidade para planejamento, execução e análise de dados de pesquisa. A filosofia da ciência contribui para a crítica de métodos e para o cuidado com as interpretações. No entanto, a literatura sobre filosofia da ciência e epistemologia não substitui a literatura sobre história e teoria psicológica. Esses conhecimentos devem ser examinados em conjunto.

 

O diálogo com a psicologia filosófica traz uma visão ampla e abrangente de uma epistemologia naturalista capaz de incorporar contribuições de diferentes campos do conhecimento, como a fenomenologia e a neurofisiologia. Temas que obtiveram grandes espaços na agenda epistemológica do século XX, como o pós-modernismo, o feminismo, e a sócio-história continuam presentes, mas em menor número de publicações. O crescimento da literatura em psicologia filosófica é facilmente demonstrável pelo aumento do número de publicações
Dentro da literatura psicológica acerca do campo da percepção, um dos principais (e mais antigos) sistemas explanatórios é o chamado sistema do momento psicológico temporal (Fraisse, 1978). A idéia de um momento psicológico refere-se ao conceito de specious present , ou momento presente, formulado por E.R. Clay e difundido por W. James (James, 1890). Modernamente, fala-se acerca da duração do processamento de informações como um elemento central da consciência, com grande ênfase na temporalidade dos processos cognitivos (Haase et al. , 1997); nesse sentido, o trabalho de Pöppel vêm contribuindo para um modelo de organização temporalmente descontínua da atividade consciente, herdeiro dos modelos de James (1963 [1890]) e Wundt (1998 [1896]), que compreende dois mecanismos oscilatórios, organizados hierarquicamente, de alta e baixa freqüência. 

 

O problema da consciência do tempo, portanto, pode ser invertido no problema do tempo da consciência.

 

O problema aqui encontra-se na imprecisão da consciência em termos temporais. A idéia de “momento presente”, como é encontrada em Clay (1882, apud James, 1890/19xx) e utilizada por Husserl, implica em uma duração flexível, movida a todo o momento pela retenção e pela protensão. Husserl afirma que, se olharmos para a estrutura da consciência sem vieses, a observaremos como dispersa no tempo. A consciência vive no passado e no futuro tanto quanto no presente – a retenção e a protensão são aspectos dessa estrutura dispersa (Durgin e Sternberg, 2002) 
Se acompanharmos Koortoms (2002), podemos afirmar que existem pelo menos três tentativas diferentes e conflitantes de explicar a consciência do tempo nas obras de Husserl: uma região dos objetos temporais transcendentes, uma região dos atos intencionais, e uma região da experiência de unidade do ato intencional: 
“Da mesma forma que [na fenomenologia] é necessário distinguir-se entre a dimensão constituída dos objetos transcendentais e a dimensão constituinte que permite que esses se apresentem, também devemos distinguir entre a dimensão constituída em que os atos existem e a dimensão constituinte que permite que esses se apresentem.” (Zahavi, 2004: 
Se acompanharmos a revisão histórica de Posner (2005), o século XIX e a primeira metade do século XX foram marcados, nos estudos acerca do sistema nervoso humano, pela medida de tempos de reação em tarefas cognitivas simples. De fato, ainda hoje essas medidas são extremamente importantes na área da psicopatologia. 

 

A concepção de “associação original”, entretanto, foi essencial para a problematização husserliana da experiência do tempo. Encontramos ecos de Husserl na afirmação de que a temporalidade da consciência e a consciência da temporalidade fazem parte de um mesmo processo.

 

 Pode-se evitar, dentro de uma perspectiva “neurofenomenológica” (Petitot et al., 1999), ou mesmo dentro de uma perspectiva neurofilosófica tradicional (Churchland, 1986), o “regresso infinito” de Husserl recorrendo-se tanto à perspectiva deste (assumindo que o que importa de fato é a ligação entre os diversos “níveis” ou “campos” da consciência interna do tempo) quanto à perspectiva de Pöppel (assumindo que o “pano de fundo” da experiência da temporalidade é um processo oscilatório comum). Não é preciso ir além, postulando-se primitivos para a experiência de temporalidade em instâncias cada vez mais básicas da consciência. 

 

Uma conseqüência do modelo de Pöppel para a análise fenomenológica (e mesmo para um resgate de Brentano) encontra-se na necessidade de retirar-se o foco da questão da experiência da duração para compreender-se a experiência de temporalidade como um todo contínuo que engloba não-simultaneidade, ordem, passado e presente e mudança. A análise husserliana e brentaniana do “momento presente” englobou a experiência da duração e a experiência do passado e do presente, mas ignorou os outros elementos que, como Pöppel demonstrou, estão encadeados de forma hierárquica na experiência subjetiva do tempo.

 

Os dados experimentais na área da temporização de intervalos demonstram que nem sempre duração subjetiva coincide com a duração objetiva. De fato, uma série de transformações da duração objetiva, dependentes de diversos fatores – organização dos elementos no espaço e no tempo, modalidade do estímulo a ser temporizado, trata-se de uma duração “cheia” ou “vazia”, além de condições farmacológicas e fisiopatológicas -, irão produzir “distorções” na percepção temporal, incluindo aqui a famosa “lei de Weber” aplicada a temporização de intervalos.

 

É possível concluir e afirmar que através dos levantamentos nesse esboço, alguns fatos relevantes tanto para o projeto fenomenológico quanto para o desenvolvimento futuro da filosofia da mente que, no compartilhar desses campos das áreas psi ganhar-se-ia bastante em resgatar determinadas leituras clássicas, para uma evolução contemporânea, acertada e completamente prática em nossos consultórios e assim não recorrer na invenção da roda. 

 

 

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